Suponhamos que um barco esteja atravessando um rio e que outro barco,
vazio, ameace colidir com ele. Nem um homem irritadiço perderia a paciência.
Suponhamos, porém, que houvesse alguém no segundo barco. Nesse caso, o ocupante do primeiro gritaria para que ele passasse ao largo. E se ele não tivesse escutado na primeira vez, nem mesmo depois de haver sido interpelado por três vezes, seguir-se-iam, inevitavelmente, palavrões e xingamentos.
Tchuang-tse
Texto enviado por Marcelo Marcolino - São Paulo-SP
